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Leticia Colin aparece ruiva na novela e chama atenção: saiba por que o tom certo pode transformar qualquer visual

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ruivo leti - Leticia Colin aparece ruiva na novela e chama atenção: saiba por que o tom certo pode transformar qualquer visual

Tem mudança de personagem que passa batido. A de Adriana, em Quem Ama Cuida, não é uma delas. Leticia Colin trocou os fios para um tom ruivo e, de uma cena para outra, entregou uma daquelas transformações que fazem a leitora parar o feed e pensar: “esse tom ficaria bem em mim?”. Pois é. Vamos falar sobre isso.

Mudança de fase na trama pede mudança de cor no cabelo. A lógica por trás disso é simples e a novela sabe usar muito bem: quando a personagem entra em um momento novo da história, o visual precisa acompanhar. O ruivo entrega justamente essa sensação de virada. Ele marca o antes e o depois sem precisar de um discurso, só de um espelho.

E funciona. A atriz aparece com uma presença diferente em cena, mais intensa, mais chamativa, do tipo que faz o público comentar antes mesmo de entender o motivo da mudança dentro da trama. Assim, a cor vira quase um personagem à parte na narrativa.

O que o ruivo faz pelo rosto (e pela vibe)

Aqui está o ponto que interessa além da ficção: cor de cabelo é um dos jeitos mais rápidos de mexer na cara de alguém sem tocar em um único traço. O ruivo, especificamente, tem esse poder de acender o rosto. Ele chama o olhar para cima, valoriza a expressão e cria contraste com a pele de um jeito que poucos tons conseguem.

Aliás, é por isso que o ruivo nunca sai de moda entre celebridades que querem sinalizar reinvenção. Ele grita “mudei” sem precisar de legenda. Contudo, o efeito muda bastante dependendo de qual ruivo entra em cena.

Tom errado vira desastre, tom certo vira ícone

Ruivo não é uma cor só, é uma família inteira de tons, e escolher o errado pode sabotar todo o efeito. Tem o acobreado, mais suave e iluminado. Tem o vermelho intenso, para quem quer presença máxima. Tem o tom mais profundo, quase amadeirado, que entrega sofisticação sem gritaria.

A escolha certa depende do fundo da pele, da cor dos olhos e até da personalidade que a pessoa quer projetar. Um tom vibrante demais numa pele que pede suavidade pode pesar o visual em vez de valorizar. Já a combinação certa faz o efeito contrário: rejuvenesce, ilumina e cria aquela sensação de “ela sempre devia ter esse cabelo”.

Logo, antes de copiar o visual de Leticia Colin, vale entender qual versão do ruivo conversa com o seu próprio rosto. Trend é uma coisa. Resultado bom no espelho é outra.

Pega ou não pega?

O visual entregou tudo o que precisava entregar: virou assunto, marcou a nova fase de Adriana e ainda reacendeu o debate eterno sobre quem devia (ou não) arriscar o ruivo. Fica a pergunta para você: encararia a mudança ou prefere admirar de longe?

Informações: OGlobo