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Ram Rampage bate recorde de vendas no bimestre e se aproxima de 25% do mercado de picapes intermediárias

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1edb5c2e6ae2d170fe35bc76384a5332d49b6d2a Ram Rampage bate recorde de vendas no bimestre e se aproxima de 25% do mercado de picapes intermediárias

Tem picape que nasce com o vento a favor e some tão rápido quanto apareceu. A Ram Rampage não é esse caso. Desde que chegou ao Brasil, a picape média da Ram foi quebrando expectativas uma a uma — e 2026 começou exatamente como 2025 terminou: em alta, com números que poucos apostavam quando o modelo ainda era apenas um protótipo em testes.

Nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, a Rampage acumulou mais de 4.030 unidades emplacadas, o melhor desempenho para um primeiro bimestre desde o lançamento da picape no mercado nacional. O crescimento foi superior a 17% na comparação com o mesmo período de 2025 — e isso não é um pico isolado. O modelo encerrou 2025 com o melhor resultado anual de toda a sua história e chegou a registrar 2.112 emplacamentos em um único mês, um recorde mensal que mostra o quanto a picape ganhou tração entre os compradores brasileiros.

O resultado concreto disso tudo é uma participação de mercado que se aproxima dos 25% no segmento de picapes intermediárias, mantendo a Rampage firme na vice-liderança — posto que divide, de longe, com a Fiat Toro, líder absoluta da categoria.

Uma picape feita no Brasil que conquistou o mundo

O que torna a trajetória da Rampage ainda mais interessante é sua origem. Ela é o primeiro modelo da Ram desenvolvido e produzido inteiramente fora da América do Norte, com fabricação no Polo Automotivo de Goiana, em Pernambuco. Não é pouca coisa. Uma marca com décadas de história em picapes robustas e americanas decidiu criar um produto do zero para o mercado brasileiro — e o resultado foi tão bom que a picape começou a ser exportada para a Europa.

Esse dado importa. Não é apenas uma questão de orgulho regional: é uma prova de que a engenharia aplicada à Rampage atingiu um padrão suficiente para competir em mercados muito mais exigentes do que o nacional. E o consumidor brasileiro percebeu isso antes de qualquer certificação europeia.

O que o motor diesel tem que os rivais não oferecem

Boa parte do sucesso da Rampage nas versões Big Horn, Rebel e Laramie passa pelo motor 2.2 turbodiesel de 200 cv e 450 Nm de torque — ou 45,9 kgfm, para quem prefere a unidade mais comum no setor. O torque alto e disponível em baixas rotações é exatamente o que faz diferença no dia a dia: arrancadas firmes no trânsito urbano, capacidade de carga real sem apertar o câmbio e consumo competitivo em estradas.

Não é por acaso que a Rampage levou o primeiro lugar no Ranking Folha Mauá 2025 na categoria de consumo rodoviário entre picapes a diesel. Esse tipo de resultado não aparece em press release — ele é medido na prática, com metodologia independente, e reflete o que o motorista vai encontrar no tanque no fim do mês.

Para quem prefere gasolina e um comportamento mais esportivo, a versão R/T mantém o motor 2.0 Hurricane 4 Turbo com 272 cv e 400 Nm de torque. Com esse conjunto, a Rampage carrega o título de picape mais potente e mais veloz produzida na América do Sul — uma credencial que pesa na hora de justificar o preço no segmento premium da categoria.

Ambas as motorizações trabalham com câmbio automático de nove marchas e tração 4×4 com modo reduzido, além do controle de descida (HDC), o que garante a proposta off-road sem abrir mão do conforto urbano.

Linha 2026: mais equipamentos, preços menores

A linha 2026 da Rampage chegou às concessionárias com uma estratégia que costuma agradar: preços reduzidos em até R$ 30 mil em relação à tabela anterior, com equipamentos adicionais nas versões mais equipadas. A Big Horn Diesel, de entrada, passou a partir de R$ 226.990 — R$ 16 mil menos que o modelo 2025 — e ganhou sensores de estacionamento dianteiros de série.

Nas configurações Rebel, Laramie Night Edition e R/T, as lanternas traseiras ganharam acabamento escurecido, seguindo o padrão visual das irmãs maiores Ram 1500, 2500 e 3500. O detalhe é esteticamente coerente e dá à picape uma identidade visual mais unificada dentro da família.

A versão R/T passou por recalibração exclusiva na suspensão, com foco em mais conforto sem comprometer o comportamento esportivo. Os pneus Pirelli 235/55 R19 dessa configuração agora contam com a tecnologia Seal Inside, que permite continuar rodando mesmo após perfurações de até 5 mm — um recurso que, na prática, evita panes em cerca de 85% dos casos de furo convencional.

Os sistemas de assistência à condução (ADAS) de nível 2 seguem presentes nas versões Rebel, Laramie e R/T: piloto automático adaptativo com Stop & Go, alerta de saída de faixa com correção ativa e centralização automática. São itens que, no segmento de picapes médias, ainda fazem diferença no comparativo com concorrentes.

Prêmios que confirmam o que os emplacamentos já diziam

Vendas consistentes são um indicador. Prêmios da imprensa especializada são outro. A Rampage acumula os dois. O modelo conquistou o bicampeonato no prêmio “Os Eleitos”, da revista Quatro Rodas, e foi o vencedor na estreia do “Melhor Revenda”, iniciativa da mesma publicação em parceria com a Mobiauto — uma premiação que avalia a relação entre o preço de compra e o valor de revenda dos veículos no mercado usado. Ganhar nessa categoria é mais do que reconhecimento: é uma garantia concreta de que quem compra uma Rampage tende a recuperar boa parte do investimento na hora de vender.

A marca Ram como um todo também teve um bom começo de 2026. Conquistou novamente o Prêmio Lótus Campeão de Vendas 2026 na categoria Marca de Caminhão Semileve, concedido pela revista Frota&Cia, que celebra os modelos mais vendidos em diferentes categorias ao longo do ano anterior. A Ram 3500, maior e mais robusta picape comercializada no Brasil, venceu na categoria Caminhão Semileve pelo quarto ano consecutivo — um tetracampeonato que consolida a dominância da marca no segmento de trabalho pesado.

Vice-liderança que incomoda

Com quase 25% de participação no segmento intermediário e crescimento consistente desde o lançamento, a Rampage já acumula mais de 48 mil unidades vendidas no Brasil. O número coloca a picape numa posição que vai além de um produto bem aceito: ela se tornou referência de segmento.

O ponto é que a vice-liderança no mercado de picapes médias não é uma posição confortável — é uma posição estratégica. A distância para a líder Toro ainda existe, mas a Rampage vem crescendo a uma taxa que obriga qualquer concorrente a rever suas fichas técnicas e tabelas de preço. Quando uma picape fabricada em Pernambuco passa a ser exportada para a Europa e lidera rankings de eficiência independentes, o recado para o mercado é claro: o Brasil aprendeu a fazer picape de verdade.

SOBRE A RAM

Em 2009, a marca Ram foi lançada como uma divisão independente, focada em atender às demandas dos compradores de picapes e em entregar veículos que sejam referência de qualidade. Com uma linha completa, a Ram produz utilitários que dão conta do trabalho pesado e de transportar famílias para onde elas precisam. A Ram é parte do diverso portfólio de marcas oferecidas pela Stellantis.

SOBRE A STELLANTIS

A Stellantis N.V. (NYSE: STLA / Euronext Milan: STLAM / Euronext Paris: STLAP) é uma montadora líder global, comprometida em oferecer aos seus clientes a liberdade de escolher a maneira como se movem, adotando as tecnologias mais recentes e criando valor para todos os seus stakeholders. Seu portfólio exclusivo de marcas icônicas e inovadoras inclui Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS Automobiles, FIAT, Jeep®, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram, Vauxhall, Free2move e Leasys. Para mais informações, visite www.stellantis.com.