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Red Bull RB17: o hipercarro de R$ 34 milhões que devolve o som da F1 clássica

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rb 17 67140058 Red Bull RB17: o hipercarro de R$ 34 milhões que devolve o som da F1 clássica

O Red Bull RB17 acabou de fazer sua estreia mundial no Festival de Velocidade de Goodwood, um dos eventos automotivos mais aguardados do calendário europeu, e a internet automotiva já está em polvorosa.

West Sussex, na Inglaterra, virou palco para esse hipercarro que promete reescrever o conceito de exclusividade sobre rodas. Preparada para conhecer a joia mais cara (e mais rara) que a Red Bull já colocou nas ruas?

A assinatura de Adrian Newey no auge da engenharia

O nome por trás do projeto já entrega a que veio. Adrian Newey, atual chefe de equipe da Aston Martin na Fórmula 1 e um dos maiores gênios da aerodinâmica automotiva das últimas décadas, assina o desenho do RB17. O resultado está avaliado em US$ 6,7 milhões, o equivalente a cerca de R$ 34 milhões. Um valor que coloca o modelo no topo absoluto da hierarquia dos hipercarros mundiais.

O apelo aqui vai muito além do preço estratosférico. O RB17 representa uma declaração de amor à era analógica da Fórmula 1, aquela em que o som do motor valia tanto quanto a performance em pista.

Motor V10: a nostalgia que todo apaixonado por carros queria ouvir de novo

Esquece os motores híbridos silenciosos que dominam o automobilismo atual. O Red Bull RB17 vem equipado com um V10 aspirado de 4.5 litros, desenvolvido pela Cosworth, capaz de girar até 15.000 rpm e entregar cerca de 1.000 cv sozinho. Com o sistema elétrico auxiliar somado à equação, a potência combinada sobe para aproximadamente 1.200 cv.

Esse é o tipo de especificação que faz qualquer entusiasta parar o que está fazendo. O giro alto do motor remete diretamente à era dourada da F1, quando os V10 dominavam o grid e entregavam aquele som visceral que os fãs mais antigos sentem falta até hoje. A Red Bull entendeu o recado da nostalgia e entregou tudo.

Design agressivo com foco total em downforce

A traseira do RB17 é onde a engenharia de Newey mais impressiona. Um aerofólio enorme e envolvente domina a visão de trás, acompanhado por túneis Venturi bem evidentes e um posicionamento inédito do escapamento, que sai pela parte superior da carroceria. Essa configuração libera espaço estratégico para um difusor gigante, reforçando o compromisso absoluto do projeto com a geração de downforce.

Cada centímetro da carroceria foi pensado para performance pura em pista. Aqui não existe concessão estética que comprometa a física do carro.

Quem vai pilotar essa máquina exclusiva

O time de testes reúne nomes de peso do grid atual. Isack Hadjar, piloto titular da Red Bull na F1, e Yuki Tsunoda, piloto de testes e reserva da equipe austríaca, estão no comando dos primeiros testes. Eles dividem o volante com Alisha Palmowski, piloto do Programa da Academia de Corrida da Red Bull, e com o próprio Adrian Newey, que decidiu colocar a mão na massa (e no volante) do próprio projeto.

Exclusividade extrema: apenas 50 unidades no mundo

A produção do Red Bull RB17 será limitada a 50 unidades, segundo confirmou a marca. Cada exemplar sai por US$ 6,7 milhões, valor que ultrapassa o dobro do preço original do Aston Martin Valkyrie, outro hipercarro badalado que também carrega a assinatura da Red Bull em seu DNA técnico.

Ter um RB17 na garagem vira sinônimo de status máximo no universo automotivo. Com apenas 50 sortudos no planeta inteiro, esse carro entra direto para a lista dos objetos de desejo mais cobiçados da década.

E você, apostaria os seus milhões nesse hipercarro movido a nostalgia pura da Fórmula 1? Conta pra gente nos comentários se o som do V10 valeria o investimento astronômico.

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