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Shineray SHI 170: a moto de R$ 13.490 que promete brigar com gigantes do mercado

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Shineray SHI 170 chega por R 13.490 com painel digital e motor injetado 1024x576 1 Shineray SHI 170: a moto de R$ 13.490 que promete brigar com gigantes do mercado

A Shineray SHI 170 chegou para bagunçar o mercado de motos populares. Motor injetado, painel digital e Bluetooth por R$ 13.490 é o tipo de combinação que obriga a concorrência a rever os próprios preços. Essa é uma moto de entrada que entrega tecnologia de categoria superior, e isso muda o jogo.

A marca chinesa apostou todas as fichas no motociclista urbano: aquele que enfrenta trânsito diariamente, faz entrega, vai trabalhar e precisa economizar sem abrir mão de recursos modernos. A SHI 170 chega como modelo 2026 com essa proposta bem definida.

Motor de 169 cc entrega desempenho equilibrado

O motor é monocilíndrico de quatro tempos, duas válvulas e comando simples no cabeçote (SOHC). A cilindrada é de 169,30 cm³, com refrigeração a ar e injeção eletrônica, item que separa motos sérias de motos baratas no mercado nacional.

Os números confirmam a vocação urbana: 13,59 cv a 8.000 rpm e torque de 11,45 Nm a 7.200 rpm. São valores discretos, mas plenamente capazes para o uso diário na cidade. O câmbio de cinco marchas trabalha com embreagem multidisco banhada a óleo. A partida funciona tanto no sistema elétrico quanto pelo pedal, recurso que salva a pilotagem em dias de bateria fraca.

A Shineray ainda não divulgou consumo oficial nem velocidade máxima. Essa informação só será confirmada com testes independentes.

Tanque grande garante autonomia real

O tanque de 12,5 litros é generoso para uma moto compacta. Isso significa menos paradas no posto durante a semana, detalhe que pesa direto no bolso de quem depende da moto para trabalhar. Será que essa autonomia extra é o suficiente para conquistar quem roda o dia inteiro? A resposta vai depender de peso transportado, condições de trânsito e calibragem dos pneus.

A moto pesa 104 kg vazia e chega a 118 kg em ordem de marcha, com capacidade de carga de até 150 kg somando piloto, passageiro e bagagem. O assento fica a 760 mm do chão, altura que favorece motociclistas de estaturas variadas. O vão livre de 160 mm ajuda a enfrentar buracos e lombadas sem sustos.

Freios e suspensão priorizam simplicidade

A SHI 170 roda com rodas de liga leve aro 18 nas duas pontas. Na frente, freio a disco de 240 mm com acionamento hidráulico. Atrás, tambor de 130 mm com acionamento mecânico. O sistema CBS distribui a frenagem entre as rodas e representa um ganho de segurança relevante para esse patamar de preço.

A suspensão dianteira usa garfo telescópico com 100 mm de curso. A traseira conta com dois amortecedores convencionais de 60 mm. É uma configuração básica, pensada para manutenção fácil e uso urbano em asfalto. O modelo não vem com ABS, detalhe que precisa entrar na conta de quem está comparando opções no mesmo segmento.

O verdadeiro diferencial está no painel e na conectividade

Aqui mora o principal argumento de venda da Shineray. O painel totalmente digital, a iluminação full LED, o pisca-alerta, o corta-corrente, o cavalete central e o descanso lateral formam um pacote raro em motos de entrada. Quantas concorrentes nessa faixa de preço oferecem tudo isso junto?

A conectividade Bluetooth com comandos de mídia no guidão permite controlar funções do celular sem tirar a mão do punho. As entradas USB-A e USB-C garantem carregamento de dispositivos durante o trajeto, recurso valioso para quem depende do celular no trabalho, como entregadores de aplicativo. O suporte traseiro ainda comporta instalação de baú, item essencial para quem carrega volume no dia a dia.

Vale a pena comprar a Shineray SHI 170?

O conjunto formado por preço de R$ 13.490, motor injetado, painel digital e pacote tecnológico posiciona a SHI 170 como uma das opções de entrada mais competitivas do mercado atual. Ela fica abaixo da JEF 170 dentro da própria linha Shineray, com proposta mais enxuta e voltada para quem prioriza economia na compra.

Vale checar disponibilidade de concessionárias, peças e assistência técnica na sua região antes de fechar negócio. Financiamento encarece o valor final por causa dos juros, e emplacamento, documentação e seguro costumam ficar fora do preço anunciado nas lojas. Peça sempre a proposta completa.

Para quem busca uma moto nova, leve e conectada para rodar na cidade, a SHI 170 entra como opção séria de peso no radar. A pergunta que fica é: será que o preço baixo compensa quando somamos manutenção, pós-venda e revenda lá na frente? O consumidor que fizer essa conta com cuidado vai sair na frente.

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