{"id":34361,"date":"2026-03-09T15:37:36","date_gmt":"2026-03-09T18:37:36","guid":{"rendered":"https:\/\/agronamidia.com.br\/?p=34361"},"modified":"2026-06-07T18:33:37","modified_gmt":"2026-06-07T21:33:37","slug":"brasil-e-equador-vao-pesquisar-variedades-de-banana-resistentes-a-doencas-graves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/brasil-e-equador-vao-pesquisar-variedades-de-banana-resistentes-a-doencas-graves\/","title":{"rendered":"Brasil e Equador v\u00e3o pesquisar variedades de banana resistentes a doen\u00e7as graves"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Embrapa<\/a>), do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Pesca do Equador e da Associa\u00e7\u00e3o de Exportadores de Banana do Equador (<a href=\"http:\/\/www.aebe.com.ec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aebe<\/a>) assinaram, na quinta-feira (5), no Pal\u00e1cio do Itamaraty, em Bras\u00edlia (DF), carta de inten\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o de acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. O foco \u00e9 o melhoramento gen\u00e9tico preventivo de bananeiras do subgrupo Cavendish (popularmente conhecida por Nanica) resistentes \u00e0 ra\u00e7a 4 Tropical (Foc R4T), a forma mais grave da murcha de&nbsp;<em>Fusarium<\/em>, causada pelo fungo&nbsp;<em>Fusarium oxysporum<\/em>&nbsp;f. sp.&nbsp;<em>cubense<\/em>&nbsp;(Foc).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEsperamos que esse problema se converta em uma grande oportunidade para o governo do Equador e para a Embrapa. S\u00e3o mais de 250 mil fam\u00edlias trabalhando na produ\u00e7\u00e3o\u201d, disse Juan Carlos Vega Melo, ministro de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Pesca do Equador, durante a assinatura da carta de inten\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Foc R4T \u00e9 considerada a mais destrutiva doen\u00e7a da cultura em todo o mundo e j\u00e1 ocorre em 17 pa\u00edses da \u00c1sia, \u00c1frica e Oceania. Ainda n\u00e3o identificada no Brasil, est\u00e1 presente na Col\u00f4mbia (desde 2019), Peru (2020), Venezuela (2023) \u2014 pa\u00edses que fazem fronteira com o Brasil \u2014 e Equador (2025), o que deixa a bananicultura nacional em permanente estado de aten\u00e7\u00e3o. A praga faz parte do sistema de vigil\u00e2ncia oficial do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), o Programa Nacional de Preven\u00e7\u00e3o e Vigil\u00e2ncia de Pragas Quarenten\u00e1rias Ausentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O fungo \u00e9 disseminado por solo contaminado a partir de sapatos e ferramentas, mudas de bananeira (visualmente sadias, mas infectadas) e plantas ornamentais hospedeiras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Panorama dos dois pa\u00edses<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Equador \u00e9 atualmente o maior exportador de bananas do mundo \u2014 foram quase 4 milh\u00f5es de toneladas somente para exporta\u00e7\u00e3o em 2023, de acordo com dados da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO) \u2014 enquanto o Brasil produziu, em 2024, 7 milh\u00f5es de toneladas, todas direcionadas apenas para o consumo interno, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A valida\u00e7\u00e3o de gen\u00f3tipos resistentes sob condi\u00e7\u00f5es reais de press\u00e3o da doen\u00e7a \u00e9 fundamental para o Pa\u00eds e, em especial, para os bananicultores brasileiros que optam por variedades do grupo Cavendish. \u201cO desenvolvimento de variedades resistentes \u00e0 Foc R4T e seu plantio em pa\u00edses onde a praga ocorre \u00e9 uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a nacional para o Brasil. Essa estrat\u00e9gia reduz o aumento populacional da praga, bem como o risco de dissemina\u00e7\u00e3o e de introdu\u00e7\u00e3o no nosso Pa\u00eds. \u201cS\u00f3 h\u00e1 duas organiza\u00e7\u00f5es no mundo pesquisando com o melhoramento de Cavendish, e a Embrapa \u00e9 uma delas\u201d, explica&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/325940\/edson-perito-amorim\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Edson Perito Amorim<\/a>, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA) e l\u00edder do Programa de Melhoramento Gen\u00e9tico de Banana e Pl\u00e1tano da Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo Cavendish, mais plantado no Equador e exportado para 75 pa\u00edses, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do Brasil, \u00e9 o mesmo mais plantado no Vale do Ribeira \u2014 maior regi\u00e3o produtora de banana do Brasil \u2014 mas n\u00e3o \u00e9 maioria no Pa\u00eds. \u201cApesar de o IBGE n\u00e3o classificar a produ\u00e7\u00e3o brasileira de banana por variedade, estima-se que 55% sejam de banana tipo Prata, 10% do tipo Ma\u00e7\u00e3 e o restante, de outras variedades, incluindo Cavendish e pl\u00e1tanos, tamb\u00e9m conhecidos como bananas da terra\u201d, salienta Amorim.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Parcerias internacionais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A parceria com institui\u00e7\u00f5es estrangeiras tem sido essencial para o avan\u00e7o das pesquisas brasileiras em busca de variedades resistentes \u00e0 doen\u00e7a. Foi gra\u00e7as ao trabalho com a Corpora\u00e7\u00e3o Colombiana de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (AgroSavia) que o Brasil conseguiu comprovar que duas variedades de banana desenvolvidas pela Embrapa \u2014 a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-solucoes-tecnologicas\/-\/produto-servico\/4995\/banana-brs-princesa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">BRS Princesa<\/a>\u00a0(tipo Ma\u00e7\u00e3) e a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-solucoes-tecnologicas\/-\/produto-servico\/7344\/banana-brs-platina\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">BRS Platin<\/a>a (tipo Prata) \u2014 s\u00e3o naturalmente resistentes \u00e0 Foc R4T. Com isso, atualmente, o Brasil \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds das Am\u00e9ricas preparado para enfrent\u00e1-la. Pesquisas com a Corpora\u00e7\u00e3o Bananeira Nacional (Corbana), da Costa Rica, tamb\u00e9m est\u00e3o em curso, com foco no grupo Cavendish, o mais consumido em todo o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEsta \u00e9 a primeira de v\u00e1rias oportunidades de parceria com o Equador. A coopera\u00e7\u00e3o internacional \u00e9 fundamental para acelerar o desenvolvimento e a valida\u00e7\u00e3o de tecnologias capazes de proteger a bananicultura mundial\u201d, destacou&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/363957\/silvia-maria-fonseca-silveira-massruha\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Silvia Massruh\u00e1<\/a>, presidente da Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ela, a colabora\u00e7\u00e3o permitir\u00e1 avan\u00e7ar em solu\u00e7\u00f5es que beneficiem produtores de diferentes pa\u00edses. \u201cA Embrapa tem um hist\u00f3rico s\u00f3lido de pesquisa em melhoramento gen\u00e9tico e de desenvolvimento de cultivares adaptadas a diferentes condi\u00e7\u00f5es tropicais. Ao unir esfor\u00e7os com o Equador e com o setor produtivo representado pela Aebe, ampliamos nossa capacidade de gerar e validar variedades mais resistentes, contribuindo para a sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o e para a seguran\u00e7a alimentar\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Massruh\u00e1 ressaltou ainda que a parceria tem car\u00e1ter estrat\u00e9gico para o Brasil e para a agricultura global. \u201cDoen\u00e7as como a ra\u00e7a 4 Tropical do Fusarium representam uma amea\u00e7a concreta \u00e0 produ\u00e7\u00e3o mundial de bananas. Trabalhar de forma colaborativa com pa\u00edses que j\u00e1 convivem com a praga \u00e9 essencial para antecipar solu\u00e7\u00f5es, reduzir riscos e garantir que os produtores tenham acesso a materiais gen\u00e9ticos mais resilientes. Essa coopera\u00e7\u00e3o fortalece a ci\u00eancia agr\u00edcola e demonstra como a pesquisa pode atuar de forma preventiva para proteger cadeias produtivas essenciais\u201d, completou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O chefe-geral da Embrapa Mandioca e Fruticultura,&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/302856\/francisco-ferraz-laranjeira-barbosa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Francisco Laranjeira<\/a>, confirma a relev\u00e2ncia do trabalho com pa\u00edses com a presen\u00e7a da Foc, j\u00e1 que a R4T \u00e9 uma das 20 pragas priorit\u00e1rias quarenten\u00e1rias para o Brasil. \u201cNunca \u00e9 demais refor\u00e7ar a import\u00e2ncia desse futuro acordo de coopera\u00e7\u00e3o com a Aebe. S\u00e3o dois parceiros que se complementam: a Embrapa com o aporte cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico, e a Aebe, com a avalia\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas de mercado e de comercializa\u00e7\u00e3o dos frutos. A Embrapa pretende resolver um problema real dos plantios do Equador, que deve proporcionar a possibilidade de que frutos de cultivares resistentes da Embrapa sejam utilizadas em mais de 75 mercados no mundo todo e diminuam a chance de que os problemas do R4T e do moko cheguem ao Brasil\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A delega\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m discutiu com a Embrapa a possibilidade de outras parcerias, como na pesquisa com cacau e a transfer\u00eancia de tecnologias e o interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es para a implanta\u00e7\u00e3o de tecnologias sociais, a exemplo do sisteminha Embrapa e da fossa s\u00e9ptica biodigestora.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Moko da bananeira<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra doen\u00e7a que faz parte do escopo conjunto de pesquisas \u00e9 o moko da bananeira, causado pela bact\u00e9ria\u00a0<em>Ralstonia solanacearum<\/em>. Altamente destrutivo, o moko gera sintomas em todos os \u00f3rg\u00e3os da planta que podem levar \u00e0 perda total da produ\u00e7\u00e3o. Ainda n\u00e3o existem medidas de controle eficientes ou cultivares de bananeiras resistentes ao moko, j\u00e1 presente no Equador. \u201cO projeto discutido com o Equador, que j\u00e1 perdeu 3 mil hectares devido \u00e0 doen\u00e7a, pretende tamb\u00e9m desenvolver tecnologias que podem auxiliar os produtores brasileiros num eventual aumento da dissemina\u00e7\u00e3o dessa doen\u00e7a, que hoje est\u00e1 restrita ao Norte do Brasil, ou uma migra\u00e7\u00e3o para outras regi\u00f5es produtoras\u201d, complementa Amorim.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Programa\u00e7\u00e3o do encontro<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na manh\u00e3 de quinta-feira (5), a presidente Silvia Massruh\u00e1, o diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Clenio Pillon, o assessor Samuel Telhado, o assessor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, Marcelo Morandi, Laranjeira e Amorim participaram de reuni\u00f5es t\u00e9cnicas na Sede da Embrapa com a Aebe. Acompanhado do presidente e produtor org\u00e2nico Jorge Encalada, Jos\u00e9 Hidalgo, diretor-executivo da Aebe, apontou a import\u00e2ncia da bananicultura para o pa\u00eds. A atividade gera empregos para mais de 250 mil pessoas. \u201cS\u00e3o 5,4 mil produtores da agricultura familiar, al\u00e9m dos grandes produtores\u201d, ressaltou. Segundo ele, 98% da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 para exporta\u00e7\u00e3o, com destino a 75 pa\u00edses.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo realizou ainda visita t\u00e9cnica \u00e0 Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia, que viabilizou o envio do material da Embrapa para testes contra Foc R4T na Col\u00f4mbia e, em breve, vai desempenhar a mesma atividade com o Equador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na sede da Embrapa, na quarta-feira (4), Laranjeira, Amorim, Telhado, Marcelo Dressler, analista da Diretoria de Inova\u00e7\u00e3o, Neg\u00f3cios e Transfer\u00eancia de Tecnologia (Dint), e Paulo Galerani, pesquisador da Assessoria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (Arin), realizaram reuni\u00e3o preparat\u00f3ria com os representantes da associa\u00e7\u00e3o para a consolida\u00e7\u00e3o do acordo de coopera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Parceria bilateral<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assinaram o documento o ministro de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Pesca do Equador, Juan Carlos Vega Malo; o diretor-executivo da Aebe, Jos\u00e9 Antonio Hidalgo; e a presidente da Embrapa, Silvia Massruh\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estavam presentes o embaixador do Equador no Brasil, Carlos Alberto Vel\u00e1stegui; a ministra da Embaixada do Equador na It\u00e1lia e representante junto \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO), Ver\u00f3nica G\u00f3mez; o ministro da Embaixada do Equador no Brasil, Fernando Guzm\u00e1n; e o representante do Banco de Desenvolvimento da Am\u00e9rica Latina e do Caribe (CAF) no Brasil, Jaime Holgu\u00edn, al\u00e9m de Clenio Pillon, Samuel Telhado, Francisco Laranjeira, Edson Amorim e Marcelo Morandi, da Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Pesca do Equador e da Associa\u00e7\u00e3o de Exportadores de Banana do Equador (Aebe) assinaram, na quinta-feira (5), no Pal\u00e1cio do Itamaraty, em Bras\u00edlia (DF), carta de inten\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o de acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. 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Como propriet\u00e1ria da renomada <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/floriculturamelgarden\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><b>Mel Garden<\/b><\/a>, ela transformou sua paix\u00e3o em uma autoridade local, especializando-se em <b>flores, suculentas e projetos de paisagismo<\/b>, \u00e1rea na qual atua diariamente.\r\nSua escrita compartilha o conhecimento adquirido em campo, oferecendo orienta\u00e7\u00f5es detalhadas e <b>altamente confi\u00e1veis<\/b> para o cultivo e o paisagismo."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34361","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/990012"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34361"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34361\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34363,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34361\/revisions\/34363"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34362"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34361"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/ellasmagazine.com.br\/natureza-eco\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=34361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}