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10 países onde você vive melhor gastando menos do que no Brasil em 2026

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viagem malas - 10 países onde você vive melhor gastando menos do que no Brasil em 2026

Sabe aquela sensação de trabalhar o mês inteiro e olhar pro extrato no dia 30 com cara de interrogação? Pois é. Enquanto muita gente aqui tenta equilibrar aluguel, mercado e conta de luz, o Global Retirement Index 2026, publicado pela revista International Living, entregou uma lista que está fazendo muita gente repensar os planos. E olha, não é surto coletivo, não. É dado concreto.

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O índice avalia anualmente destinos ao redor do mundo com base em critérios sérios: custo de vida, qualidade do sistema de saúde, infraestrutura, clima, facilidade de adaptação para estrangeiros e benefícios específicos para quem decide se mudar. O resultado? Dez países onde é possível manter uma qualidade de vida elevada com um orçamento que, no Brasil, mal cobriria um mês de despesas fixas.

Por que tantos brasileiros estão considerando viver fora?

A resposta é simples e ao mesmo tempo complexa. O custo de vida no Brasil cresceu de forma desproporcional à renda da maioria da população. Moradia, alimentação, saúde privada e transporte consomem fatias enormes do salário, enquanto em vários países da lista abaixo, o mesmo padrão de vida custa consideravelmente menos.

mala viagem - 10 países onde você vive melhor gastando menos do que no Brasil em 2026

Para aposentados que recebem em reais, profissionais remotos com salário em dólar ou euro, e estudantes em busca de novas experiências, a conta começa a fazer muito sentido.

Costa Rica: a queridinha da América Central

A Costa Rica abre a lista e não é por acaso. O país é referência em estabilidade política na região, tem um sistema de saúde reconhecido e um custo de vida que permite morar bem sem abrir mão de conforto. A natureza exuberante é só um bônus. Para brasileiros que querem sair do país mas não querem cruzar o oceano, é uma das opções mais estratégicas do ranking.

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Portugal: a porta de entrada para a Europa

Portugal segue firme como o destino favorito dos brasileiros que sonham com a Europa. A facilidade do idioma é óbvia, mas vai além disso: o custo de vida em cidades como Braga, Porto e regiões do Alentejo ainda é muito inferior à média europeia. O sistema de saúde é estruturado, a segurança é boa e a adaptação cultural é quase natural para quem vem do Brasil. Será que ainda vai demorar muito até sua vizinha largar tudo e ir embora? Provavelmente não.

México: diversidade que surpreende (e o preço que agrada)

O México aparece no ranking pela combinação entre diversidade regional e preços competitivos. Fora dos polos turísticos como Cancún e Los Cabos, é possível viver muito bem em cidades como Mérida, Oaxaca e até na Cidade do México com um custo que deixa qualquer paulistano de queixo caído. A gastronomia, a cultura e a proximidade com os Estados Unidos são diferenciais que pesam na decisão de muita gente.

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Panamá: conectividade, políticas favoráveis e praticidade

O Panamá mantém seu posto no índice por razões muito práticas. O país tem uma das políticas mais favoráveis do mundo para atrair estrangeiros, com programas de residência acessíveis e isenções tributárias interessantes. A boa conectividade internacional é outro ponto forte. Quem trabalha remotamente e precisa viajar com frequência vai entender o apelo imediato.

Espanha: clima, saúde e custo regionalmente equilibrado

A Espanha não é só Barcelona e Madri. Cidades como Valencia, Sevilha, Múrcia e Málaga oferecem o famoso estilo de vida mediterrâneo com um custo muito mais acessível do que as capitais. O sistema de saúde pública espanhol é consistentemente bem avaliado e o clima é um argumento por si só. Para quem busca qualidade de vida real, não de cartão postal, a Espanha entrega.

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Equador: dólar, baixo custo e o fator surpresa

O Equador entra na lista com um detalhe que faz diferença na prática: a moeda oficial é o dólar americano, o que traz estabilidade econômica e facilidade para quem recebe em moeda estrangeira. O custo de vida é um dos mais baixos do ranking e cidades como Cuenca são populares entre expatriados exatamente por isso. É o tipo de destino que pouca gente considera e que quase sempre surpreende.

Grécia: Europa acessível fora da rota turística óbvia

A Grécia prova que Europa acessível existe. Fora das ilhas mais famosas como Mykonos e Santorini, o custo de vida em cidades gregas menores e em regiões do interior é muito mais razoável. O país vem investindo em programas para atrair nômades digitais e o resultado aparece no índice. O Mediterrâneo, a história e a gastronomia são só o começo.

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Malásia: infraestrutura moderna com preço de país emergente

Na Ásia, a Malásia se destaca pela combinação entre infraestrutura moderna e custo de vida acessível. Kuala Lumpur tem aeroporto internacional de alto nível, saúde privada de qualidade e uma cena gastronômica incrível por preços que fariam qualquer morador de São Paulo chorar de emoção. O programa Malaysia My Second Home facilita a vida de estrangeiros que querem se instalar no país.

França: a surpresa está fora de Paris

A França no ranking de custo acessível parece piada, mas não é. Paris é cara, todo mundo sabe. O que pouca gente fala é que cidades como Lyon, Bordeaux, Montpellier e regiões da Bretanha e Normandia têm um custo de vida muito mais equilibrado, com acesso ao mesmo sistema de saúde robusto e à qualidade de vida que tornou o país famoso. Vale pesquisar com calma antes de descartar.

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Colômbia: a revelação do ranking

A Colômbia fecha a lista e chega forte. Medellín virou um dos destinos mais procurados por nômades digitais do mundo inteiro. Moradia acessível, alimentação barata, clima agradável o ano todo e melhora significativa na mobilidade urbana e segurança nas últimas décadas. Bogotá e Cartagena também aparecem como alternativas com perfis diferentes, mas igualmente atraentes. Quem ainda não considerou a Colômbia como opção está deixando dinheiro na mesa.

Antes de fazer as malas, tem coisa importante

Especialistas da International Living reforçam que o custo final varia muito de acordo com o estilo de vida e, principalmente, com a cidade escolhida dentro de cada país. Portugal tem preços bem diferentes entre Lisboa e o interior do Alentejo, assim como a Espanha entre Barcelona e Múrcia. A lição é clara: pesquise a cidade, não só o país.

Antes de qualquer decisão, é fundamental checar as exigências de visto e residência, entender as regras de tributação para brasileiros no exterior e organizar toda a documentação com antecedência. Cada país tem suas próprias regras e o que vale para um não vale para outro.