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A GWM mostrou o novo Tank 300 e o Brasil já quer saber: essa belezura vem pra cá?

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tanknovo3 A GWM mostrou o novo Tank 300 e o Brasil já quer saber: essa belezura vem pra cá?

Gente, a GWM não brincou em serviço. O Tank 300 acabou de ganhar uma atualização daquelas na China, e quem já rodou de coração com o modelo aqui no Brasil (por módicos R$ 342 mil, né) já está de olho em cada detalhe. Visual mais robusto, estrutura maior, tecnologia de última geração e uma bateria que promete 200 km de autonomia só no modo elétrico. Isso é hype ou é evolução de verdade? Bom, depois de ver os números, dá pra dizer: é as duas coisas.

A pré-venda chinesa começa dia 6 de julho, e as entregas globais vêm logo na sequência. Aqui no Brasil, nada de data confirmada ainda. Mas calma, que o motivo pra torcer é forte.

Por que esse SUV é praticamente uma celebridade no mercado brasileiro

Deixa eu te contextualizar rapidinho. Em abril, o Tank 300 virou o primeiro híbrido plug-in flex do mundo inteiro, unindo gasolina ou etanol a um sistema eletrificado. Um feito e tanto, que colocou o Brasil no radar estratégico da GWM. Então não é exagero dizer que qualquer novidade da China aqui já vira assunto quente entre os apaixonados por carro.

O visual entregou tudo (principalmente na frente)

A dianteira é onde o novo Tank 300 mais mudou de personalidade. O logo tradicional saiu de cena e deu lugar ao nome “TANK” escrito por extenso na grade, um movimento de marca que grita identidade própria. O para-choque ficou ainda mais musculoso, com pontos de reboque à mostra e parafusos expostos que reforçam aquele visual off-road cru e proposital.

As colunas dianteiras ganharam suportes novos, prontos para acessórios como faróis auxiliares e câmeras de ação. Já pensou customizar o seu? E no teto, logo acima do para-brisa, tem um módulo que abriga o sensor LiDAR, peça central do sistema de condução semiautônoma Coffee Pilot Ultra, criado pela própria GWM. Tecnologia de carro do futuro num SUV que ainda precisa encarar barro e pedra sem susto.

Cresceu, e isso é ótimo notícia pra quem gosta de trilha

A estrutura do Tank 300 passou por uma reformulação séria. Agora ele mede 4.886 mm de comprimento, 1.984 mm de largura e 1.927 mm de altura, com entre-eixos de 3.010 mm. Números maiores, mais espaço, mais presença.

O detalhe mais interessante, porém, é técnico: a GWM reposicionou o eixo dianteiro e reduziu o balanço frontal, aquela distância entre o centro da roda e a ponta do para-choque. Essa mudança melhora direto o ângulo de ataque, o tipo de atributo que separa quem realmente encara trilha pesada de quem só usa o SUV pra passear no shopping. A suspensão segue o esquema atual, com braços duplos na dianteira e eixo rígido atrás, além do diferencial traseiro blocante de série.

A bateria é o verdadeiro plot twist dessa história

Aqui está a parte que fez a internet parar. A GWM vai trocar o sistema Hi4-T pelo novo Hi4-Z, com uma bateria de aproximadamente 60 kWh. Pra você ter noção do tamanho disso, essa capacidade chega perto da de vários carros 100% elétricos vendidos por aí. O resultado é uma autonomia elétrica de até 200 km pelo ciclo WLTC. Um salto gigantesco.

Hoje, o Tank 300 brasileiro roda com motor 2.0 turbo flex, 394 cv combinados e bateria de 37,1 kWh, que garante 74 km no modo elétrico segundo o Inmetro. Fazendo as contas, a diferença é enorme, quase o triplo de autonomia. E olha que a GWM nem soltou todos os números oficiais ainda. O mercado já especula que o conjunto pode se aproximar do usado no Tank 400 chinês, que combina motor 2.0 turbo, arquitetura elétrica de 800 volts e 852 cv de potência combinada. Se isso realmente pintar no Tank 300, o SUV muda de categoria.

E aí, o Brasil fica de fora dessa vez?

Ainda não tem confirmação oficial sobre a chegada dessa atualização por aqui, mas o cenário favorece. O Tank 300 é peça-chave na estratégia global da GWM, e o Brasil já provou ser um mercado importante, principalmente depois do sucesso da versão híbrida flex.

O SUV se destaca da concorrência justamente por misturar alta capacidade off-road com propulsão eletrificada, e o etanol como combustível extra é aquele toque bem brasileiro que ninguém mais oferece. Se a bateria de 60 kWh chegar por aqui, o Tank 300 dá um salto gigante em autonomia elétrica e reforça de vez seu posto entre os SUVs eletrificados premium com pegada aventureira.

Agora é esperar a GWM confirmar. Mas me conta: se o novo Tank 300 chegar ao Brasil com essa bateria, você trocaria o seu?

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